MÚGIDOS ASMÁTICOS
Depois de ter seu destino revelado, Chali dobrou o envelope e colocou-o no bolso da camisa sabendo que não havia outra coisa a fazer senão dormir. Enquanto isso Packers estava acordando, embaixo de lençóis e de Dionei. “Oi querido!” Disse o preto remelento. “Bom dia meu vinagrete suculento!” Respondeu Packers. Ele pensava em como andava esquecido, e assim chupou seu dedão lindo e falou, com a boca cheia de baba, remela e dedão “Porque não levantamos e estupramos algumas freiras pela rua?” Dionei não gostou muito da ideia, afinal as mulheres não o atraiam. Porém a idéia de estuprar alguém atiçou seus instintos. Saíram na rua deleitando-se em freiras, mas como os dois sujeitos eram dignos de muito respeito às mulheres, estupraram só as sexagenárias. Dionei adorava a idéia de masturbar-se chafurdando nas pelancas idosas de freiras sebosas. Porém, no meio de tal ato de desrespeito pela religião, Packers recebe o capeta em seu corpo e começa a bufar. "Eu sou o Pato Donald!" Urrava Packers, enquanto destruía os ânus das pobres freiras anciãs. "Eu sou o tio patinhas!" As freiras, porém, em maior número dominaram Packers e começaram a orar por ele num ato de expulsão demoníaca límpida e magnificente. Packers insistia, sofrendo contrações fortíssimas e gritando "Jesuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuus!" Foi quando ele vomitou e se cagou inteiro, tendo uma secreção universal. Então lembrou-se do infeliz que estava olhando para o seu dedão sendo chupado no metrô, em 1974. Chali. Dionei percebeu no que Packers estava pensando, e, além disso, sentiu ciúmes, pois o capeta preferira baixar em Packers do que nele. Então, urrou como um leão na savana, e correu para casa. Dionei virou vereador em uma província longínqua e nunca mais foi visto pelo universo. Packers se encheu das freiras e se escondeu no matagal por alguns dias, se alimentando apenas do couro seco de seus calcanhares. Após um tempo solitário, sem tomar banho e com pelos encravados escorrendo pus pelo corpo todo, Packers sentiu uma estranha saudade de seu irmão Selma. Ele sabia que seu irmão o odiava, e desejava cortar suas bolas, frita-las na chapa com azeite de oliva e degustá-las deliciosamente, mas mesmo assim saiu a sua procura. Então Packers Chalers (esse era seu sobrenome) começou a correr pelo mundo em busca de Selma. Em uma de suas longas corridas uma jumenta quebrou sua perna esquerda, a perna que ele mais gostava nele mesmo. Foi horrível. Como uma jumenta pode quebrar a perna de alguém que esta correndo é algo que não deve ser explicado para não confundir a mente de pobres mortais assim como você, ó, caro leitor. Packers pensou “Vou para uma loja de papéis!” Chegando lá, disse ao vendedor “Olá, eu gostaria muito de comprar todas as folhas de papéis que existem no mundo inteiro! E também de um copo com água!” O vendedor falou “Eu não vou negar.” Packers acrescentou ”A propósito, quero que você enfie uma cartolina enrolada no meu cú e faça som de berrante!” O vendedor, desiludido, usou o bordão “Senhor, o cliente tem sempre razão Senhor!” E em segundos enrolou a cartolina mais dura da galáxia, enfiou-a grosseiramente no rabo peludo e sujo de Packers, aonde se localizavam a maior quantidade de pelos encravados rodeados de pus seca e fétida, e ao invés de fazer som de berrante cantou o hit "Se eu pudesse eu berrava mil" Neste momento, Packers sentiu outra revelação chegando e urrou, enquanto caíam pedaços de comida mastigada de sua boca nojenta e azeda: “ROQUE!” O vendedor parou de cantar e questionou pálido e incrédulo “Como o senhor sabe o meu nome, senhor?” Packers respondeu “Senti na vibração de sua voz incrível vibrando meu cú e em tudo que vem acima!” E em seguida vomitou como se tivesse vomitado muito. Subitamente, Roque, o pobre anão indefeso, exprime um grito absolutamente feminino, apontando para o vaso sanitário "Ai meu Deus, quem é ele?!" Acredite, ó, caro e séptico leitor, Selma o gigante, o caminhoneiro, o irmão raivoso, o evangélico, em carne, osso, banha e várias outras substâncias, estava brotando do vaso sanitário nu, e com um pepino muito grande na mão! Naquele momento, Packers, com a cartolina no cú, Roque, o anão sagaz vendedor de papéis, e Selma, o caminhoneiro pelado com o pepino na mão começaram a mugir como vacas universais. Roque sabia que ali seria feito um molho de sentimentos, lembranças, remorsos, e muito sangue, e ele não era um dos ingredientes, foi aí que o anão correu para casa e se trancou no porão. Selma atirou o pepino
R. C. leu, delirou e desenhou isto tudo acima.

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